Após ter recebido denúncia anônima de criadouro ilegal de animais silvestres e possível posse ilegal de arma de fogo, a Patrulha Ambiental acionou o IBAMA e IMAC, e em ação conjunta ao realizarem a fiscalização ambiental em uma residência na cidade do Bujari, constatou-se um criador com seis animais da fauna silvestre da espécie Oryzoborus angolanos, Curió, sendo quatro sem anilhas e dois com anilhas mas não constando em seu plantel. Além disto, foi localizada uma arma de fogo tipo revólver Taurus cal. 38 especial de cinco munições que estava municiada. A ocorrência foi encaminhada para a DPC do Bujari.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
0 Após denúncia Policia Ambiental prende homem por crime ambiental e porte ilegal de arma de fogo
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0 Dois são presos por cortar Castanheira
Patrulha Ambiental atendendo ocorrência passada pelo CIOSP, constatou derrubada de árvore da espécie Bertholettia excelsa, Castanheira, sem licença do órgão ambiental e sem o conhecimento da proprietária de uma área rural no Projeto de Assentimento Barro Alto, na rodovia Transacreana. Duas pessoas foram presos, duas motosserras apreendidas. Encaminhados à Delegacia de Flagrantes.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015
0 Patrulha Ambiental prende cinco por crime ambiental e porte ilegal de arma de fogo
Na manhã deste domingo, a Patrulha Ambiental comandada pelo Sargento Silva ao realizar um a abordagem de rotina em um veículo utilitário, encontrou vários apetrechos que são rotineiramente utilizados para a prática de caça à animais silvestres, sendo: 5(cinco) lanternas, 02 (dois) facões, 03(três) facas tipo peixeira, chumbo para a recarga de cartucho, 09(nove) cartuchos intactos cal.28 e um animal da espécie Tatu já abatido. O autor do crime foi identificado e encaminhado para a Delegacia do município do Bujari, onde serão enquadrados por pelo crime de porte de arma de fogo de uso permitido, tendo em vista que apenas a munição já caracteriza esse delito, e por crime contra a fauna, conforme o artigo 29 da lei da vida (9605/98).
Dando continuidade ao serviço realizado pela Cia de Policiamento Ambiental, onde temos uma equipe 24 horas realizando rondas e abordagens nas rodovias e ramais em pontos estratégicos do Estado, a Patrulha Ambiental, por volta de meia noite, quando em patrulhamento no ramal do Bujari ao realizar uma abordagem a uma caminhonete Hilux, foram encontradas 05(cinco ) espingardas, vários animais silvestres, sendo: Um Aracoã, um Mutum, três Pacas, uma Cotia e um Macaco "Zog-zog". Todos os envolvidos juntamente com o material do ilícito foram entregues na DP do Bujari para as providências cabiveis.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
0 Caminhões com madeira ilegal são apreendidos por PM em Rio Branco
A Polícia Militar apreendeu, nesta terça-feira (28), dois caminhões com madeira ilegal e duas motosserras, no bairro Portal da Amazônia, em Rio Branco. A operação foi feita em parceria com a 4º BPM e o Batalhão de Policiamento Ambiental, que chegaram ao local após uma denúncia. De acordo com o sargento Anádio Moreira, a área já havia passado por diversas vistorias, mas somente nesta terça foi constatado a prática ilegal. Entre as espécies, estavam as seringueiras, árvore protegida por lei.
"A denúncia dos moradores foi muito importante. Havia várias espécies cortadas para fazer lenha. Entre essas espécies estavam a seringueira, madeira protegida por lei, assim como a castanheira. Essa área já havia sido fiscalizada por nós várias vezes, mas foi após a denúncia que conseguimos fazer a apreensão", explicou.
Ainda segundo o sargento, duas pessoas foram presas e devem responder por crime ambiental. Ele destaca ainda que o policiamento ambiental realiza fiscalizações tanto na capital, quanto nos municípios e que a denúncia por parte dos moradores pode ser um fator decisivo para combater esse tipo de crime.quinta-feira, 23 de julho de 2015
0 Em MT fiscais apreendem 167 caminhões com 4,9 mil m³ de madeira irregular
Desde o início da operação, no mês de abril, foram vistoriados 72,38 mil m³ de madeira, sendo a maior parte de Mato Grosso (4,13 mil m³), seguido pelo Pará (4,01 mil m³), Rondônia (2,47 mil m³), Amazonas (1,35 mil m³) e Acre (911,7 m³). Em relação aos veículos, as equipes vistoriaram 2.903 caminhões, dos quais 1.489 eram do estado, seguido de Rondônia (1.083), Pará (168), Acre (101) e Amazonas (62).
O maior montante de apreensões aconteceu em maio, quando foram vistoriados 844 caminhões, contendo 23,8 mil m³ de madeira. Desse total, 56 caminhões com 1,6 mil m³ estavam irregulares. Em seguida junho, com 697 caminhões, contendo 15,8 mil m³ de madeira, dos quais 43 caminhões com 1,3 mil m³ estavam irregulares. Em julho, o balanço é parcial, já que a operação está em andamento.
Segundo o superintendente de Fiscalização da Sema, major da PM Fagner Augusto do Nascimento, a maioria das irregularidades se dividiu em duas situações: transporte de carga com divergência na Guia Florestal (GF) ou no Documento de Origem Florestal (DOF) em volumetria ou espécie. O primeiro documento é emitido pela Sema e o segundo pelo Ibama.
Coube aos fiscais da Sema a parte operacional da operação e aos funcionários do Indea a identificação técnica das espécies de madeira no local. “Nas ocasiões de flagrantes, nós levamos os caminhões para a delegacia municipal, acompanhado dos motoristas, que estão respondendo criminalmente e administrativamente”, explicou o superintendente.
Além do problema de documentação, alguns desses carregamentos continham a espécie castanheira, de corte proibido por estar em extinção no Brasil. Como a madeira está vinculada a um processo criminal, caberá ao juiz da comarca da região a destinação final. Na esfera administrativa, a multa aplicada corresponde a R$ 300 por metro cúbico apreendido. Já na criminal, detenção de seis meses a um ano.
MT Agora - G1 MT
quarta-feira, 22 de julho de 2015
0 Novo radar orbital vai melhorar fiscalização do desmatamento na Amazônia
A medida faz parte do projeto Amazônia SAR, do Gabinete Permanente de Gestão Integrada para Proteção do Meio Ambiente, ligado ao Ministério da Defesa. Com a nova tecnologia, a área vigiada será mais de três vezes maior, equivalente a 950 mil quilômetros quadrados (km2), e a frequência de coleta das informações será diária. Pelo sistema atual, 280 mil km2 são monitorados a cada 15 dias.
O investimento no projeto será de R$ 80,5 milhões. Do total, R$ 63,9 milhões são recursos do Fundo Amazônia e R$ 16,6 milhões vão sair do Orçamento da União. O valor é para a contratação de um radar orbital de fornecedores internacionais. O edital está sendo finalizado pelo Cesipam e segundo o ministro da Defesa, Jaques Wagner, deve entrar em operação “imediatamente”.
O ministro explicou que a tecnologia usada atualmente não é eficiente em condições climáticas adversas, pois os radares de imagem óptica não conseguem atravessar as nuvens, aumentando a ação de criminosos durante o período que vai de outubro a abril. Segundo ele, as novas imagens vão preencher uma lacuna no sistema atual, evitando o desmatamento, o narcotráfico e o garimpo ilegal e aumentando a velocidade de resposta, caso ocorram.
“No período nublado acontece uma intensificação da degradação na Amazônia. Com a aquisição de um novo tipo de sinal, teremos uma informação mais precisa e rápida, aumentando a eficácia no combate a qualquer tipo de desmatamento”, acrescentou.
O diretor do Censipam, Rogério Guedes, explicou que o sistema atual de monitoramento da região é feito a partir de imagens ópticas. Quando o tempo está nublado, o monitoramento é feito por aviões da Força Aérea Brasileira equipados com radares que sobrevoam a região, mas o custo da operação é alto e a área vigiada é limitada. “Hoje, o custo relativo de operação do radar aerotransportado vai de R$ 5 a 8 milhões em imagens. Com as informações do satélite-radar, o valor vai cair para R$ 270 mil”, estima ele.
Segundo o ministro interino do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, o Brasil tem dado grande contribuição voluntária à redução das mudanças climáticas ao enfrentar o desmatamento no país, e isso deve significar vantagem nas negociações da 21ª Conferência das Partes (COP21) da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, prevista para dezembro.
“Nós vamos para a reunião, em Paris, tendo como principal trunfo da nossa agenda de negociação a redução do desmatamento na Amazônia. Hoje, a questão do combate à degradação é uma questão de inteligência, de estratégia, de soberania, e só é possível enfrentar esses desafios por meio do esforço integrado de órgãos do governo”, declarou.
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